quarta-feira, 30 de abril de 2014

Cozinhando com Lucas Prado Kallas -Como moldar a carne e fazer o hambúrguer perfeito e artesanal

Depois de ensinarmos como escolher a carne para fazer o hambúrguer perfeito, chegou hora de mostrar como moldá-lo do jeito certo e prático.
Conhecemos muitas técnicas, utensílios e até máquinas que ajudam neste momento. Escolhemos o modelo que consideramos mais simples e barato para chegar a um resultado profissional.
Muitas hamburguerias usam este método para produzir seus hambúrgueres, mas lembre-se de que tudo pode variar dependendo da escala de produção. Consideramos este um método artesanal que produz um resultado excelente e pode ser usado profissionalmente.
Veja como ficará os hambúrgueres que ensinaremos nessa receitaVeja como ficarão os hambúrgueres que ensinaremos nessa receita

O que vai precisar?

  • balança digital ou analógica
  • aro para fritar ovo (disponível em lojas de utensílios domésticos)
  • papel manteiga (comprado em rolo no supermercado)
  • obs. nenhum destes itens são obrigatórios, dá para fazer manualmente, mas dá um pouquinho mais de trabalho e o resultado fica menos padronizado

A dica mais importante para trabalhar com a carne

Quando for trabalhar a carne para moldar os hambúrgueres, deixe ela bem gelada. Isso ajuda a carne não perder sangue e a não derreter a gordura na hora da manipulação, pois o processo todo será feito com suas mãos. Se trabalhar a carne em temperatura ambiente, o hambúrguer grudará nas mãos e ficará difícil trabalhar, além de não ser nada agradável.
Carne moída já com o blend finalCarne moída já com o blend final

A quantidade ideal de carne em um hambúrguer

Reserve uma porção de 180g a 200g de carne moída usando uma balança para pesar. Se não tiver a balaça, encha a mão com uma porção de carne do tamanho de uma bola de tênis aproximadamente. Não é obrigatório usar esta quantidade de carne, mas nossa recomendação resultará em um hambúrguer médio para grande fácil de grelhar ou chapear.
184g de carne pesadas em balança digital184g de carne pesadas em balança digital
Caso prefira menos carne, use um aro de menor diâmetro na hora de moldar, para resultar num hambúrguer de aproximadamente 2 cm de altura ou um pouco mais. Se usar mais carne, pode ter um hambúrguer mais difícil de ficar ao ponto, pois a altura ficará maior, demorando mais para cozinhar internamente.

Preparando a bola de carne que será moldada

Após estar com a medida escolhida de carne, coloque em uma das mãos e molde para chegar a uma bola razoavelmente uniforme, apertando cuidadosamente mas com força.
O próximo passo é o que chamamos de bater o hambúrguer. Consiste em pegar a bola de carne e jogar de uma mão à outra, da mesma forma que os jogadores de baseball fazem no jogo.
Esta etapa serve para deixar o hambúrguer mais aerado, permitindo que o ar entre no meio da carne. E, ao mesmo tempo aderindo a gordura e a carne do blend. Repita o procedimento umas 5 vezes e vá à próxima etapa.

Moldando o hambúrguer perfeito

Corte o papel manteiga em quadrados, ele servirá para você armazenar o hambúrguer e facilitar o manuseio até a frigideira. Se não usar o papel manteiga, quando for levar o hambúrguer de um lugar ao outro, corre o risco de quebrar a carne.
Forre a bandeja ou recipiente com os quadrados de papel manteiga e depois coloque as bolas de carne sobre o papel.
As bolas de carne sobre o papel antes de serem moldadasAs bolas de carne sobre o papel antes de serem moldadas
Para chegar ao formato final do hambúrguer, coloque o aro ao redor da bola e aperte com a mão cuidadosamente até que ele atinja o formato do aro. Desta forma terá um hambúrguer regular e mais fácil de grelhar ou chapear. Retire o aro e está pronto.
Aro ao redor da carne para iniciar o moldeAro ao redor da carne para iniciar o molde
Começando a apertar a carne e espalhando para atingir o diâmetro do aroComeçando a apertar a carne e espalhando para atingir o diâmetro do aro
O hambúrguer já está moldado do tamanho do arohambúrguer já está moldado do tamanho do aro
Se não tiver o aro e quiser apertar apenas com a mão, não tem problema, dará um pouquinho mais de trabalho. O resultado chegará em um hambúrguer mais rústico, mas que terá a mesma qualidade. Você pode também usar o fundo de um prato para apertar, terá um resultado um pouco mais regular. Lembre-se de que não precisa apertar muito, é só para achatar a carne e chegar no formato final do hambúrguer.
Retire o aro e o hambúrguer está prontoRetire o aro e o hambúrguer está pronto

Como armazenar o hambúrguer? Posso congelar o hambúrguer?

Para armazenar usando o papel manteiga, empilhe dois ou três hambúrgueres cuidadosamente para não amassá-los.
Hambúrgueres na bandeja prontos para serem grelhadosHambúrgueres na bandeja prontos para serem grelhados
É possível também congelá-los e usá-los com o tempo já que é complicado fazer apenas 2 a 4 unidades. Então se for congelar, deixe o mínimo possível a carne em contato com o ar para não oxidá-la (carne escurecida), armazene em um tapware vedado ou em sacos de vácuo após o hambúrguer estar congelado.
Hambúrgueres na bandeja prontos para serem grelhadosHambúrgueres na bandeja prontos para serem grelhados ou congelados
Antes de grelhar, descongele os hambúrgueres, recomendamos deixar na geladeira descongelando naturalmente (se estiver em vácuo, primeiro deixe o ar entrar, senão a carne ficará deformada após o descongelamento). Mas é possível também levar rapidamente ao microondas, tomando cuidado para não cozinhar a carne.
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Blog Lucas Prado Kallas -Grupo de mineração Rio Tinto apresenta queixa contra Vale e Benny Steinmetz

Lucas Prado KallasO grupo de mineração Rio Tinto anunciou nesta quarta-feira que apresentou uma queixa nos Estados Unidos contra a sua rival brasileira Vale e o bilionário franco-israelense Beny Steinmetz em um caso relacionado a uma das maiores jazidas de minério de ferro, Simandou, na Guiné.
A queixa, aberta em Nova York, "detalha a atividade ilegal" que levou em 2008 à perda pela Rio Tinto da concessão adquirida dois anos antes para a exploração de dois blocos da jazida, de acordo com o grupo anglo-australiano.
Estas licenças foram entregues posteriormente à BSG Resources, o grupo de Beny Steinmetz, e à Vale.
A Rio Tinto exige uma indenização em relação a este caso.
O grupo ressalta que esta queixa não visa o Estado da Guiné, com o qual alcançou um acordo há três anos, e com quem continua a trabalhar na parte sul da concessão.
Uma licença de exploração para os dois blocos havia sido emitida em 2008 ao grupo BSG Resources, que vendeu 51% de suas ações para a Vale por 2,5 bilhões de dólares.
O governo da Guiné, chocado com o enorme valor, cancelou a licença do BSG Resources, enquanto o grupo é alvo de dois processos judiciais por corrupção, nos Estados Unidos e na Suíça, sobre as circunstâncias obscuras da aquisição de seus direitos de mineração na Guiné.
O atual presidente da Guiné, Alpha Condé, expressou nesta quarta-feira seu apoio a uma participação da Vale na disputa pelas duas licenças suspensas da jazida Simandou.
"A Vale não está envolvida na corrupção", argumentou em entrevista coletiva em Genebra.
A mina de Simandou, no sudeste da Guiné, abriga um dos maiores depósitos de ferro do mundo.


Portal Lucas Prado Kallas

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Cozinhando com Lucas Prado Kallas - Os segredos do hambúrguer caseiro perfeito

Hambúrguer - Receita do hambúrguer perfeito
Várias são as receitas que encontramos em sites de culinária, gastronomia e até mesmo nos sites sobre hambúrguer. Mas a maioria deles sempre comete os mesmos erros básicos na hora de ensinar como fazer um hambúrguer artesanal.E garantimos que é fácil conseguir um resultado igual ou até melhor dos que os que comemos nas hamburguerias.
Apesar de fazer em casa dar um pouquinho mais de trabalho, fica bem mais barato e a receita vai ficar do seu jeito.
COMO ESCOLHER A CARNE
Então vamos começar ensinando como escolher as carnes para o hambúrguer perfeito.
Vá até um um açougue de confiança. No supermercado, muitas vezes a carne pode até ser boa, mas só podemos comprar a que está cortada e embalada nas prateleiras.
Para fazer um bom hambúrguer artesanal é preciso escolher o tipo de carne e também a mistura que vai moer. É isso mesmo, hambúrguer gostoso não precisa ser feito apenas de um tipo de corte de carne.
Quando forem à uma hamburgueria e pedirem o tradicional hambúrguer de picanha, não se iludam! Nenhuma delas fará um hambúrguer com 100% de carne de picanha – com raríssimas exceções. Para falar a verdade, algumas só usam a gordura da picanha e vendem como tal. Deixando de lado os “desonestos”, a razão para não usar 100% de picanha é simplesmente porque é caro e ficaria inviável vender o hambúrguer a um preço muito alto. E misturar tipos diferentes de carne enriquecem o sabor, pois cada corte tem suas características próprias, quantidade de sangue e consistência. Este é o segredo, o “blend perfeito”, o que faz os hambúrgueres serem diferentes em cada lugar que comemos.
A IMPORTÂNCIA DA GORDURA
Outro ponto essencial é a quantidade de gordura e qual tipo será usado. Já vimos muitas recomendações, mas o ideal é que a porcentagem seja entre 15% e 20% do peso da carne limpa. Fará toda a diferença para montar os hambúrgueres e também no preparo e suculência. O Guia do Hambúrguer usa 20%, fica gostoso tanto na chapa quanto na grelha.
A gordura é essencial no blend do hambúrguer porque será a responsável por trazer sabor ao conjunto. Por isso, dissemos que algumas hamburguerias que põe apenas a gordura da picanha, porque é essa gordura que vai dar um sabor diferenciado à mistura de carne.
Desta vez fizemos 2 tipos:
· Blend 1: 500g de miolo de acém, 500 g de peito e 500g de fraldinha + 300g de gordura do peito (adicionamos 20% de gordura a 1,5kg de carne, totalizando 1,8kg)
· Blend 2: 500g de miolo de acém, 500 g de peito e 500g de baby beef + 300g de gordura do peito (adicionamos 20% de gordura a 1,5kg de carne, totalizando 1,8kg)
TIPOS DE CARNE
Vocês podem usar carnes de 1ª ou de 2ª, o ideal é que não tenham quase nenhum nervo, para que na hora de comer não fiquem mastigando aqueles pedacinhos duros e indesejados. Na escolha do corte, pode variar bastante, mas os mais comuns são: peito, contra filé, fraldinha, maminha, acém, picanha, alcatra e acém. Faremos em breve uma matéria detalhada explicando cada corte de carne para serem usadas na preparação do hambúrguer.
Açougueiro misturando a carne e a gordura em cubos - Receita do hambúrguer perfeito
A gordura deve ser um tipo de “gordura boa”, que dá sabor à carne, dá liga no blend e não compromete a consistência. Mesmo porque para fazer um bom hambúrguer artesanal é PROIBIDO colocar ovos, farinha, sopa de cebola e qualquer outro tipo na mistura. Eles tiram o gosto da carne e descaracterizam a receita. No nosso blend usamos gordura do peito que é uma ótima escolha.
COMO MOER A CARNE
Mas não pense que agora é só moer a carne e tudo terminou. Algumas dicas importantes neste momento é começar pela escolha de uma carne fresca e não congelada, mas que esteja bem gelada. Pedir para o açougueiro limpá-las separadamente e cortá-las em cubos, como se fosse um estrogonofe. Se tiver um moedor de carne, após cortar a carne ponha novamente na geladeira antes de moer.
Depois disso, misture os tipos de carne que escolheu com os cubos de gordura igualmente picados e leve ao moedor.
Carne cortada em cubos  pronta para ser moída - Receita do hambúrghuer perfeito
Nós preferimos a textura da carne mais rústica, então é só pedir para moer só uma vez. Mas tem que tomar um pouco de cuidado para que as carnes levadas ao moedor estejam bem misturadas, alternando carne e gordura. Caso contrário terão partes com mais gordura que outros. O jeito mais simples é pedir para moer a carne duas vezes, ela naturalmente vai se misturar. Mas sem deixar aquela pasta de carne moída, isso deixa o hambúrguer pesado e compacto.
Carne moída - Receita do hambúrghuer perfeito
Pronto, você está com o blend para preparar o hambúrguer perfeito!
No próximos posts desta série ensinaremos como montar os hambúrgueres, definir o tamanho ideal, grelhar ou chapear e deixar no ponto desejado. Aguardem!


Fonte: guiadohamburguer

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Porto Sul - Bahia

Fazendo parte do Sistema Integrado Sul Bahia, adicione-se a participação do Projeto Ferro Bahia na concorrência para a construção do novo Porto Sul, na Bahia. Licenciado pelo Ibama em Novembro de 2012, o Porto está com obras previstas para iniciarem-se ainda ao final de 2013.

O projeto está sendo desenvolvido considerando os seguintes aspectos:
  • Parceria com o estado na Mina, Ferrovia e Porto;
  • Desenvolvimento de janela no Porto Sul em Ilhéus que garante a exportação de até 25Mtpa a custo baixo;

Integração Logística e Investimentos

Além da integração com a FIOL, para escoamento do minério até o Porto Sul, a Biogold está investindo na aquisição de espaço próprio nas dependências do Porto, com capacidade para armazenamento de mais de 25 milhões de toneladas de ferro por ano.
A Mineração Biominer, braço operacional do Biogold Investment Fund, compõe hoje uma SPE juntamente com mais duas empresas: UTC Investimentos e SAM Sul Americana de Metais, do grupo Votorantin. Essa sociedade já manifestou interesse, junto ao Governo do Estado da Bahia, em investir no Porto Sul em Ilhéus-BA

Fipbiogold  Lucas Prado Kallas

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Blog Lucas Prado Kallas -Capacidade da Samarco aumenta 37%

lucas prado kallasCom a inauguração de sua quarta usina de pelotização, na qual investiu R$ 6,4 bilhões, a Samarco aumenta em 37% sua capacidade de produção de pelotas, tornando-se um dos líderes mundiais nesse segmento. Com o projeto P4P, localizado em Ubu, município de Anchieta (ES), a capacidade de produção passa a 30,5 milhões de toneladas/ano.
“A entrega do projeto possibilitará à empresa atuar em um novo patamar. A ampliação da capacidade de produção consolida a posição da Samarco como uma das maiores exportadoras do Brasil e a coloca entre as principais fornecedoras de pelotas de minério de ferro do mundo”, ressaltou Ricardo Vescovi, Diretor-Presidente da Samarco.
A produção atingirá sua capacidade de produção nominal em 2015. O projeto contemplou a construção da quarta usina de pelotização, com capacidade de produzir 8,25 milhões de t/ano de pelotas de minério de ferro, de um terceiro concentrador, com capacidade de 9,5 milhões de t/ano, na unidade de Germano (localizada entre os municípios de Ouro Preto e Mariana, em Minas Gerais), e de um terceiro mineroduto da Samarco, construído paralelamente aos outros dois já existentes. Com 400 km de extensão, ele passa por 25 municípios mineiros e capixabas e tem capacidade para transportar 20 milhões de t/ano de polpa de minério de ferro.
Já o Terminal Portuário de Ubu, até agora apto a escoar 23 milhões de t/ano, foi adaptado e teve sua capacidade de movimentação de carga aumentada para até 33 milhões de t/ano, garantindo todo o escoamento da produção.
A Quarta Pelotização gerou 13 mil postos de trabalho no pico das obras. Com a conclusão do empreendimento (após 35 meses de obras), serão gerados aproximadamente 1.100 empregos, entre diretos e indiretos.
A Samarco já contratou quase a totalidade desses profissionais, que atuarão na operação das novas plantas. Dentre as iniciativas voluntárias relacionadas ao projeto, destaca-se a carboneutralização. Isso quer dizer que o balanço das emissões de gases de efeito- estufa, durante a fase de construção, foi igual ou inferior a zero. A Samarco assinou também Termo de Compromisso Socioambiental (TCSA) - firmado entre o Estado do Espírito Santo, com interveniência técnica do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA), o Ministério Público, os municípios de Anchieta, Guarapari e Piúma e a Samarco. aplicará R$ 12,2 milhões em ações definidas no TCSA.

Brasil Mineral

Blog Lucas Prado Kallas -Plano de Mineração do Estado do Pará será lançado em 14 de abril

Lucas Prado KallasSerá lançado oficialmente no próximo dia 14 de abril, às 19h, no Espaço São José Liberto, o Plano de MINERAÇÃO do Estado do Pará, o primeiro a ser elaborado no país após a edição do documento do Governo Federal. Coordenado pela nova titular da Secretaria de Indústria Comércio e MINERAÇÃO (Seicom), Maria Amélia Enriquez, o documento traça um perfil do setor mineral do Pará, sugere políticas públicas, fatores plenos de governança, entre outros objetivos, e ainda tem foco no conhecimento de nossas potencialidades e oportunidades minerais, voltados a melhoria das condições econômicas, sociais e ambientais.
O Plano assegurou a participação de atores e segmentos, direta e indiretamente envolvidos com o cenário de MINERAÇÃO no estado, com a realização de treze oficinas temáticas, na capital e principais cidades minerárias, e discussões que remeteram às contribuições de empresas, setor público, lideranças políticas, sindicais e organizações da cadeia econômica.
O estado do Pará abrange 14,6% do território nacional, abriga 4% da população brasileira e é o segundo estado minerador do Brasil, superado somente por Minas Gerais. Entre 1980 a 2012, a venda externa de metais e minerais extraídos gerou ao país divisas da ordem de US$ 150 bilhões. O peso da indústria mineral no PIB do Pará é de 26,3%, sendo que 23,5% deve-se à indústria extrativa e 2,9% à indústria de transformação. Muito embora seja pequena a participação nos empregos diretos, em torno 3,3%, dos quais 1,5% na indústria extrativa e 1,8% na de transformação, os empregos totais gerados a partir dos investimentos em MINERAÇÃO se multiplicam por quatro, quando são considerados os empregos indiretos, os induzidos, e os da infraestrutura de apoio.
Os dados são suficientes para afirmar que o setor mineral tem potencial para contribuir decisivamente com o desenvolvimento local e regional, constituindo-se em uma plataforma de oportunidades para alavancagem de ações estratégicas, desde que haja compreensão mínima sobre os temas complexos do setor, a partir de uma diretriz alicerçada nos três Cs - consenso, cooperação e comprometimento - entre os atores que regulam, atuam e convivem com a MINERAÇÃO, nesse Estado.
Dessa forma, o setor mineral do Pará, entendido como um conjunto de atividades que abrange desde a prospecção (pesquisa mineral), a lavra (extração mineral), o beneficiamento, até a transformação mineral, com a elaboração de produtos finais, passa a contar com uma importante ferramenta de planejamento que indica diretrizes, estratégias e ações definidas pelo Governo do Pará, para nortear os programas necessários ao desenvolvimento do Estado, a partir de sua plataforma mineral.
Assim, o principal objetivo do PEM-2030 é servir de instrumento de planejamento para a gestão dos recursos minerais, com base no uso sustentável e na agregação de valor aos minérios e ao território, a fim de promover a competitividade e combater a pobreza e a desigualdade no Pará, por intermédio da geração de emprego, renda e multiplicação de oportunidades.

Agência Pará de Notícias

Blog Lucas Prado Kallas -Alcoa em Juruti é referência em mineração sustentável

Lucas Prado KallasExpoente da MINERAÇÃO no Pará, o município de Juruti, no oeste do estado, celebrará 131 anos de fundação nesta quarta-feira, dia 9 de abril. O município é sede de uma unidade de MINERAÇÃO de bauxita da Alcoa, empresa líder de mercado, que completará cinco anos de operações na localidade este ano. A presença da mineradora trouxe para a região a oportunidade de crescer com suas riquezas e identificar novos caminhos para o desenvolvimento, valorizando suas duas principais vocações: a MINERAÇÃO e a agricultura.
Na busca diária pela excelência e sucesso do negócio, em meio ao cenário desfavorável de crise global que ainda impacta o mercado do alumínio e o alto custo da energia no Brasil, a Alcoa tem cumprido o compromisso de operar um empreendimento no coração da Amazônia em harmonia com as pessoas que vivem na localidade e com o meio ambiente, consolidando-se como uma das empresas com melhores práticas de responsabilidade socioambiental na região. Em 2013, a Alcoa foi reconhecida - pela sétima vez - como uma das empresas-modelo do Guia Exame de Sustentabilidade. No ranking, a Companhia ficou em primeiro lugar no seu setor de atuação e também na categoria Relação com os Fornecedores.
A Alcoa desenvolve em Juruti uma série de programas que integram o Plano de Controle Ambiental (PCA) e beneficiam a comunidade, atuando em áreas como educação patrimonial, manejo florestal, agricultura familiar, capacitação de mão de obra, entre outros. Além disso, suas operações são conduzidas sob os mais rígidos controles socioambientais. A etapa de reabilitação das áreas mineradas, por exemplo, tem se destacado com a aplicação do método de nucleação.
Restauração natural - A Alcoa aplica nas áreas mineradas uma metodologia que induz a restauração natural, especialmente considerando as características das chuvas amazônicas, buscando recriar um ambiente com ecossistema semelhante ao original. O processo consiste em depositar nas áreas montes de galhos, sementes e solo orgânico, que produzem uma base natural para o desenvolvimento de espécies de flora e fauna, através da captura e infiltração de água rica em nutrientes no solo.
Mais do que reabilitar as áreas mineradas, a Alcoa viu nesta atividade uma oportunidade de geração de renda adicional aos comunitários da região. "As mudas que utilizamos na reabilitação das áreas são cultivadas por produtores de quatro associações, que reúnem ao todo 16 comunidades da região de Juruti Velho. Além de ser uma fonte de renda alternativa para estes comunitários, optamos por utilizar espécies florestais nativas de interesse social que contribuem também para o enriquecimento da área no futuro", conta Pedro Pinto, gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Alcoa Juruti. As comunidades são capacitadas e contam com a assistência técnica com investimentos da Alcoa para o cultivo de mudas de espécies florestais, frutíferas e ornamentais. De 2008 a 2013, 322.907 mudas já foram compradas pela Companhia, gerando aproximadamente R$ 568 mil em renda para quatro associações representantes dos produtores engajados no programa. Entre as espécies cultivadas estão o ipê-roxo, castanheira, itaubeira, seringueira, jatobazeira, entre outras.
O reflorestamento das áreas ocorre simultaneamente ao avanço das frentes de lavra e todo o trabalho de reabilitação é monitorado periodicamente para acompanhar e avaliar as evoluções do processo. "Realizamos também monitoramentos periódicos de diversos fatores dos meios físico e biótico, que resultam em dados ambientais sobre a área de influência da Mina. Isso permite que possamos acompanhar a resposta da qualidade ambiental, facilitando ainda a identificação de aspectos ambientais, tratando-os para que não causem possíveis impactos sobre a água superficial e subterrânea, o ar, o clima, a fauna e a flora, além dos níveis de ruído. Todas essas análises são acompanhadas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA)", completa Pedro Pinto.
Valorizando Juruti - O mesmo cuidado que a Empresa demonstra com a natureza, é também presente em sua relação com as pessoas da região. Para estimular o desenvolvimento local, a Alcoa aposta no trabalho conjunto com o Poder Público, SENAI e outras importantes instituições parceiras, de nível regional e nacional, a fim de promover a melhoria da qualidade de vida da população. "Nós acreditamos no potencial de Juruti e queremos avançar junto com o município. Investir no desenvolvimento da cidade e da população, trabalhando de forma parceira com o Poder Público e outras instituições, é parte de nosso compromisso e um Valor para nós", avalia Claudio Vilaça, gerente geral da Alcoa Mina de Bauxita de Juruti.
A parceria está presente em todas as suas ações em benefício da comunidade, garantindo a continuidade e a manutenção das iniciativas, como as melhorias resultantes da Agenda Positiva - conjunto de obras de infraestrutura, saúde, educação, assistência social, segurança e cultura voltados à qualidade de vida da sociedade jurutiense - desenvolvida em conjunto com a Prefeitura, a Câmara de Vereadores e a comunidade em geral. A Agenda Positiva, por exemplo, fortaleceu a saúde pública do município e garantiu mais salas de aula na cidade e melhores vias de acesso às comunidades rurais. "A Alcoa trouxe grande desenvolvimento para minha terra e eu estou muito satisfeito. Juruti não tinha o desenvolvimento que temos hoje. A cidade está muito bem", comenta o aposentado jurutiense Zaqueu Bruce.
O município ganhou também com a oferta de oportunidade de emprego e formação profissional de qualidade na própria região. Como um dos resultados, o alto índice de paraenses no efetivo da Alcoa: cerca de 75% dos funcionários têm origem no Pará. Desde 2006 a parceria Alcoa e Senai vem investindo na oferta de cursos profissionalizantes no município, que já formaram cerca de 3.400 pessoas, nos mais de 70 tipos de cursos disponíveis, em 205 turmas e totalizando 36.334 horas/aula. No Programa de Formação de Operadores e de Mão de Obra de Manutenção, foram mais de 200 formados, sendo 90% de Juruti e região. Destes, 54% foram absorvidos pela Companhia. Além disso, a unidade de Juruti é destaque em empregabilidade de mulheres. Elas que estão à frente de 45% das posições técnicas, de engenharia e liderança. A aposta da Alcoa na valorização da diversidade e no potencial da mão de obra feminina rendeu no último ano - pela segunda vez consecutiva - o reconhecimento da Alcoa como a Melhor Empresa para Mulher Trabalhar no Brasil , de acordo com a pesquisa do Instituto Great Place to Work. Além disso, a Alcoa também recebeu o Catalyst 2013, prêmio internacional que homenageia ações inovadoras relacionadas à contratação, formação e promoção de mulheres no trabalho.
A Alcoa também movimenta a economia local. Em 2013, investiu R$ 157 milhões em compras de fornecedores paraenses, das quais 95% foram feitas na região oeste do Estado. Deste montante, só em Juruti foram R$ 88 milhões em compras, o que representa 56% do valor total investido no Pará. A fim de fortalecer a cadeia de fornecedores locais por meio da otimização e qualidade dos serviços prestados, a Companhia apoia o programa REDES/Fiepa, que contribui com a qualificação de fornecedores e o desenvolvimento de boas práticas de gestão de negócios, além da adequação aos padrões de saúde, segurança e meio ambiente do mercado.
Para o deputado Raimundo Santos, presidente da Frente Parlamentar de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da MINERAÇÃO no Estado do Pará, Juruti constrói hoje um legado pautado pela sustentabilidade em benefício desta e das próximas gerações. "O povo jurutiense está vendo que as suas riquezas hoje estão sendo aproveitadas em favor do país e em favor de suas próprias famílias. A implantação da Alcoa em Juruti tem tido efeito multiplicador em todas as cadeias produtivas, impulsionando a economia local, da circunvizinhança e porque não dizer, do país. Juruti está fazendo um belo trabalho e sua população está de parabéns, pois têm o seu lugar de destaque garantido na região", finalizou o parlamentar.

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